A equipe da Biblioteca deseja a todos uma FELIZ PÁSCOA!
sexta-feira, 11 de abril de 2014
PÁSCOA!
OS SÍMBOLOS DA PÁSCOA E SEUS SIGNIFICADOS.
A vela
Representa o Cristo Ressuscitado que deixou o túmulo, radioso e
vitorioso. Na vela pascal, ficam gravadas as letras alfa e ômega, significando
que Deus é princípio e fim. Os algarismos do ano também ficam gravados no
Círio Pascal. Nas casas cristãs, é comum o uso da vela no centro da mesa
no almoço de Páscoa.
Os sinos
Cantam a alegria da Ressurreição expressa nos cânticos de Aleluia. Tocando festivamente, anunciam novos tempos, alma nova nas criaturas.
Cantam a alegria da Ressurreição expressa nos cânticos de Aleluia. Tocando festivamente, anunciam novos tempos, alma nova nas criaturas.
O cordeirinho
Na Páscoa da antiga Lei, era sacrificado um cordeirinho. No Novo Testamento, a vítima pascal é Jesus Cristo, chamado Cordeiro Pascal.
Os ovos
O ovo, aparentemente morto, é o símbolo da vida que surge repentinamente, destruindo as paredes externas e irrompendo com vida. Simboliza a Ressurreição.
O Coelho
Símbolo da rápida e múltipla fecundidade da própria instituição, que está
Na Páscoa da antiga Lei, era sacrificado um cordeirinho. No Novo Testamento, a vítima pascal é Jesus Cristo, chamado Cordeiro Pascal.
Os ovos
O ovo, aparentemente morto, é o símbolo da vida que surge repentinamente, destruindo as paredes externas e irrompendo com vida. Simboliza a Ressurreição.
O Coelho
Símbolo da rápida e múltipla fecundidade da própria instituição, que está
espalhada por toda a parte, reproduzindo fiéis: há um número
incalculável de filhos de Deus, frutos da graça da Ressurreição.
Trigo e Uva
Simbolizam o pão e o vinho da Santa Missa e, por seu grande
significado com a Trindade Santa, traduzem, por excelência, o símbolo
Pascal. Para a ornamentação da mesa de Páscoa, nada mais
indicado que um centro feito com uvas e trigo, entre cestas
de pães e jarras de vinho.
Trigo e Uva
Simbolizam o pão e o vinho da Santa Missa e, por seu grande
significado com a Trindade Santa, traduzem, por excelência, o símbolo
Pascal. Para a ornamentação da mesa de Páscoa, nada mais
indicado que um centro feito com uvas e trigo, entre cestas
de pães e jarras de vinho.
O peixe
O peixe é o mais antigo dos símbolos de Cristo. Se Cristo é o Grande Peixe, somos os peixinhos de Cristo. Isso quer dizer que devemos
sempre viver mergulhados na Graça de Cristo e na Vida Divina,
trazidas a nós pela água do Batismo, momento em que nascemos espiritualmente, como os peixinhos nascem dentro d’água.
O peixe é o mais antigo dos símbolos de Cristo. Se Cristo é o Grande Peixe, somos os peixinhos de Cristo. Isso quer dizer que devemos
sempre viver mergulhados na Graça de Cristo e na Vida Divina,
trazidas a nós pela água do Batismo, momento em que nascemos espiritualmente, como os peixinhos nascem dentro d’água.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Dicas de Leitura
É uma tarde de outono em Covent Garden, Londres.
Trabalhadores correm para o almoço, turistas brotam de todos os lados e
clientes entram e saem das lojas. No meio de tudo isso está um gato. Usando um
vistoso lenço Union Jack em volta do pescoço e cercado por uma multidão de 30
espectadores de boca aberta, Bob, o gatinho cor de laranja, sorri — é, sorri —
timidamente. Próximo a ele, está seu dono James Bowen, com seu violão surrado,
cantando músicas do Oasis. Então, ele para de tocar e se abaixa para Bob: “Vamos,
Bob, cumprimente!”, diz. Bob mexe os bigodes, levanta uma pata e a estende para
James. A multidão assobia. Não é todo dia que se vê um gato sentado,
calmamente, no centro de Londres, aparentemente sem se abalar com o barulho das
sirenes, os carros passando e todo aquele movimento — mas Bob não é um gato
comum...
Depois de um passado difícil, James foi adotado
pelo gato Bob. Agora os dois têm um emprego de verdade (são vendedores
ambulantes de revistas) e se tornaram personalidades conhecidas em toda
Londres. Bob tem muitos admiradores, que passam todos os dias para vê-lo –
alguns deles trazem cachecóis de lã para ajudá-lo a enfrentar os dias mais
gelados. Entre truques adoráveis e manhãs de puro mau humor, Bob e James se
tornam cada vez mais inseparáveis. Por trás da divertida história de um homem
às voltas com seu animal de estimação, o segundo livro de James Bowen fala
sobre amizade e esperança. Bob se torna a chave que traz James de volta ao
mundo, a motivação que faltava para sua decisiva volta por cima. Impossível
terminar de ler O mundo pelos olhos de Bob sem querer abraçar seu pet – ou
adotar um! Apaixone-se...
Lorcan Dillon tinha sete anos quando sua mãe, Jayne, o ouviu dizer “eu te amo” pela primeira vez. As palavras não foram dirigidas a ela, mas à Jessi, seu bichinho de estimação. Lorcan é autista e sofre de mutismo seletivo, uma condição que o impossibilita de falar em determinadas situações, tornando-o incapaz de expressar emoções ou desfrutar do carinho de seus familiares. Ele nunca disse que amava alguém, mas tudo isso começou a mudar com a chegada de uma gatinha filhote chamada Jessi.
Os gatos nunca mentem sobre o amor é a história tocante de como o afeto e a atenção de uma companheira amorosa possibilitou que um menininho começasse a se comunicar com o mundo que o cerca. Lorcan passa horas brincando, fazendo carinho e dizendo o quanto a ama. Ele também passou a se abrir mais para os outros, fazendo amizades na escola e progredindo constantemente. Jessi deu provas de ser tão inspiradora que recebeu os títulos de Melhor Amigo e Gato Nacional do Ano de 2012 pela Cats Protection Awards. Este livro é o relato emocionante de uma grande amizade e de como o amor entre um garotinho e seu animal de estimação mudou a vida de uma família para sempre.
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