Hoje, 18 de outubro é o dia do Médico. Profissional extremamente requisitado.
MEDICINA
É a ciência que investiga a
natureza e as causas das doenças humanas, procurando sua cura e prevenção. A
saúde humana é o objeto de estudo do médico. Ele pesquisa e trata disfunções e
moléstias, escolhendo os melhores procedimentos para preveni-las e combatê-las.
Para isso, tem de estar sempre bem informado a respeito de novas drogas e
equipamentos que proporcionem aos pacientes os diagnósticos e os tratamentos
mais avançados e eficientes. Com um conhecimento aprofundado dos órgãos,
sistemas e aparelhos do corpo humano, faz diagnósticos, pede exames, prescreve
medicamentos e realiza cirurgias. Participa também de programas de prevenção e
de planejamento da saúde coletiva. Há trabalho para o médico em hospitais,
clínicas, postos de saúde e empresas. Grande parte atua também em consultório
próprio. Pode trabalhar ainda como consultor em sites especializados, voltados
para o exercício da medicina.
MERCADO
DE TRABALHO
De
acordo com o Conselho Federal de Medicina, há no Brasil cerca de 330 mil
médicos - ou seja, um médico para cada 578 habitantes. Para atingir o nível dos
Estados Unidos - que é de um médico para 411 pessoas -, o país ainda precisa
formar mais 100 mil médicos. Daí a profissão se manter sempre em alta. A maior
demanda vem do sistema público de saúde, na área de assistência básica, que
inclui as unidades básicas e o Programa de Saúde da Família, em cidades do
interior e periferias das metrópoles. Médicos especializados em emergência,
anestesia, terapia intensiva e cirurgias de alta complexidade estão em falta no
mercado. O mesmo acontece com os pediatras. "Em todo o Brasil há falta
de pediatras, por isso a demanda é muito grande. Essa carência se deve,
principalmente, pela rotina do profissional", diz Maurício
Etchebehere, coordenador do Internato Médico da Unicamp. Uma pesquisa realizada
em 2008 pelo Ministério da Saúde constatou que pediatria era a especialidade
médica mais difícil de encontrar profissionais. Essa falta de profissionais já
se reflete no valor dos salários. Se há dois anos o valores eram baixos, o
mercado já observa melhorias. Como há poucos profissionais, os contratados
recebem salários melhores. A desigualdade na distribuição dos médicos no
Brasil, em que a maioria está nos grandes centros urbanos, torna a Região Norte
muito atrativa: ali existe apenas um médico para cada grupo de 1.130
habitantes. "Quanto mais para o
interior do país se vai, maior é a carência de profissionais",
diz o professor da Unicamp. As novas áreas de atuação (veja lista ao lado)
também devem aquecer o mercado. Só em relação à medicina paliativa, cerca de
650 mil pacientes precisam de cuidados desse tipo no país, a cada ano.
Salário inicial: R$ 3.120,00 (24 horas semanais em hospitais, clínicas, casas de saúde, laboratórios de pesquisas e análises clínicas); fonte: Sindicato dos Médicos de São Paulo.
AS MELHORES ESCOLAS (5 estrelas)
DF Brasília UnB. MG Belo Horizonte
UFMG. PE Recife UFPE. RS Porto Alegre UFRGS. SP Botucatu Unesp. Campinas
Unicamp. Ribeirão Preto USP. São Paulo Unifesp, USP.
44 estrelas
CURSO
O currículo é puxado, o período é
integral e há seminários e pesquisas, além dos plantões em hospitais. Nos dois
primeiros anos, o aluno aprende matérias básicas, como anatomia e patologia.
Outras disciplinas são bases moleculares e celulares dos processos normais e
alterados, fisiopatologia dos sinais e sintomas das doenças, entre outras. Boa
parte das instituições de ensino oferece disciplinas práticas no início do
curso para que o aluno vá se familiarizando com as atividades. Lidar com
pacientes, só a partir do terceiro ano, nas disciplinas profissionalizantes e
no treinamento em atendimento. Os dois anos de residência médica, depois de
formado, são para o graduado se especializar.
Duração média: seis anos.

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